Terroristas Sociais

Abril 30, 2007

O País dos larápios… dos quais todos temos orgulho.

Arquivado em: Lisboa, Oh não, é Segunda, corrupção — David Rodrigues @ 9:00 am

Na passada semana o presidente da câmara de Lisboa foi incluído na lista de arguidos no processo Bragaparques… E o que faz o presidente da câmara de Lisboa? No dia seguinte pelas 7 da manhã, decide meter-se num avião e ir para Inglaterra para uma concentração motard, onde pensava que se ia safar de entrevistas, pedidos de esclarecimento e explicações públicas.

Claro que ninguém parece querer explicações, porque neste país parece que ninguém se importou muito que o tipo fuja sem dar explicações. Afinal se calhar não se quer mesmo que ele dê explicações porque isso ia implicar outras pessoas. A questão que se coloca é: Se o Carmona falar, quem mais é que vai cair? É que já se percebeu que o Carmona não era o Comandante da câmara… Apesar de ter vencido as eleições contra o Filósofo (e quem é que não vencia o filósofo?).

Assim, quem é que está com medo que Carmona dê com a língua nos dentes? Será o M&Ms? Ou será o Santana Lopes?

A minha suspeita é que a coisa ultrapassa os limites do PSD. O Carmona é o guardião de algum segredo que afecta tanto PSD como PS, e ambos os partidos estão muito cautelosos para que ele não fale com ninguém (Basta ver a forma cuidada com o que Sócrates falou do assunto).

O que acontece é que no meio disto tudo quem se lixa é o cidadão, o gajo que receber a conta dos esgotos para pagar, pela merda que os políticos fazem, enriquecendo os bolsos de uns quantos amigos.

Lisboa, quer se queria, quer não, neste momento está a saque com a conivência da classe política da capital. E agora que a justiça está a tentar investigar, nota-se que a política anda a tentar disfarçar e colocar paninhos quentes sobre estas fugas e escapadelas.

Lembram-se do que a imprensa fez na câmara de Felgueiras? Porque será que agora em relação a Lisboa andam todos tão calminhos? Será que há tráfegos de influências? A sério?

E assim começa mais uma semana, campista!

Abril 27, 2007

10 pequenos detalhes

Arquivado em: Febre de Sexta-feira, feitios — evasofia @ 8:00 am

Hoje resolvi prendar-vos com 10 pequenos detalhes sobre a minha pessoa.

1- Adoro chocolate. Preferencialmente preto mas o de leite também vai. Dispenso o branco, o que tem sabor a laranja e aquele que traz umas caganitas (passas) no meio.

2- Não sobrevivo até a hora do jantar se não saborear um café depois do almoço.

3- Quem me tira a praia, gosta de me ver de mau humor.

4- Gosto de pisar as folhas secas no Outono, aos pulinhos e tentando não deixar uma inteira para contar a história. crsch crsch…

5- Trago sempre comigo o meu nano.

6- O meu calçado favorito são as sapatilhas. Sapatos de agulha são muito giros e eu também tenho vários, mas qualquer mulher está a mentir se diz que não chega ao fim do dia com vontade de espetar o tacão do belo sapato na testa do sapateiro que o desenhou e o outro na dela por ter gasto uma fortuna neles.

7- Encanta-me ver as luzes das cidades à noite. De cima de um monte, de uma ponte, de um avião pouco antes da aterragem… encantam-me as luzes das casas, dos candeeiros de rua, das viaturas, …

8- Gosto de ouvir os grilos cantar nas noites quentes de verão.

9- Nada melhor que ter sempre comigo a minha cybershot para apanhar “aqueles” momentos ou “aqueles” detalhes.

10- Considero a boa da gargalhada o melhor remédio contra todos os males do mundo.

E agradeço à minha família, aos meus amigos, ao meu Deus e aos meus leitores que sempre acreditaram em mim… ups… isto afinal não é a entrega dos Globo de Ouro. Podem esquecer este último comentário.

Abril 25, 2007

25 de Abril e Salazar

Arquivado em: 25 de Abril, Cum Caneco, feriado, portugal, salazar, sociedade — evasofia @ 1:47 pm

O que me traz aqui neste dia tão especial, não é o desejo de explicar a importância deste dia, ou de contar o que aconteceu ha 33 anos, se é isso que estão à procura o melhor é continuarem a “googlar”.

Eu vim até aqui, para lembrar, que não há muito tempo, num concurso de um canal de televisão nacional, António Oliveira Salazar foi eleito o maior português de sempre.

Mas como é? Afinal o povo até gostava do homem. Para que se celebra este dia?

Bem, eu como tenho tempo livre para colocar os meus neurónios a pensar em coisas que deixariam muita boa gente aborrecida (algo que poderia ser prejudicial para a minha saúde antes da Revolução dos Cravos) coloco aqui algumas explicações para a eleição do António:

Opção 1:

Os portugueses estão habituados a votar por telefone em concursos, onde cada voto conta para a expulsão de um concorrente. Assim, quando ligavam para o número atribuído a Salazar, faziam-no convictos que estavam a tratar de correr com ele.

Opção 2:

Trata-se de um golpe do nosso governo que considera os feriados nacionais um factor contra a produtividade nacional. A solução passa por reduzir o número de feriados. Como nos religiosos não podem tocar, se não passam a ser enxovalhados nas missas de domingo (e em todas as outras também) por esse País fora. Sobram os históricos. Entra agora em acção o factor idade. Num País onde a antiguidade é um posto, o 25 de Abril não tem grandes hipóteses, e toca de sabotá-lo elegendo para MAIOR PORTUGUÊS, António Oliveira Salazar.

Opção 3:

Se aquando da votação na RTP se tivesse dito que se o Salazar ganhasse, o feriado do 25 de Abril iria acabar, em vez de ver aqueles políticos patetas a defender o D. Afonso da espada longa (que há quem diga que nem tinha sangue real), será que o pessoal cá da terrinha quando contabilizasse os dias de “férias” a diminuir, iria continuar a votar no ditador?

Abril 23, 2007

Ubuntu 7.04 é uma Feisty

Arquivado em: Oh não, é Segunda, feisty, feisty fawn, linux, ubuntu — David Rodrigues @ 9:31 am

UbuntuA passada semana foi fértil no que diz respeito ao mundo open source. Foi lançado aquele que talvez seja a face mais visível e que mais impulsionou novos utilizadores para o mundo do pinguim: O Feisty.

Ainda não estou verdadeiramente recuperado das festas que se seguiram, mas a verdade é que esta última versão é talvez aquela que mais consegue facilitar a vida dos utilizadores Windows que ainda possam ter algum receio a mudar para bem longe dos disparates monopolistas de uma empresa de Redmond.

Agora há inclusive um assistente de migração que permite importar do windows as suas definições habituais sem que corra o risco de as perder.

Para além disso e atendendo ao estrondoso fracasso que está a ser a venda do novo Vista (2oo e tal cópias na china por exemplo, será que é por ser o negócio da china?) quem está a precisar de dar alguma vida ao computador que possui e não está para embarcar em despesas injustificadas com software que não funciona, então não continue a sofrer mais… dê um saltinho a http://www.ubuntu.com/ e faça download da Festa que é o Feisty Fawn… e não volte a queixar-se dos vírus, dos spywares ou do blue screen of death…

E acha que já acabei? Se não quiser fazer download da internet pode pedir um CD grátis que eles envia-lhe para a morada que indicar, mesmo mesmo grátis (como é moda agora repetir o “mesmo”).

E assim começa o 7.04 Feisty Fawn, Campista.

Abril 20, 2007

Bandida? Eu?

Arquivado em: Febre de Sexta-feira — evasofia @ 8:00 am

Eu sei, que muitas vezes, solto a minha alma de “sacaninha”, mas isso não quer dizer que eu seja bandida… a vida tem muito mais interesse se formos sacaninhas de vez em quando.

Onde está o problema em incentivar um funcionário da loja a levar até o nosso amigo no vestiário, uma camisa florida? Qual é a dor de cabeça em apoiar um primo na transformação do seu peugeot em mais um elemento xuning na estrada? :D

Pois é, cá estou eu a tentar defender o meu estilo de vida: brincar com tudo e com todos! Se começar a esticar a corda, recorro as noticias nacionais e depressa nos apercebemos que neste mundo de pobres o melhor é continuar a rir. Que as rugas de expressão sejam de muito riso e não dos pesos da vida. E dando uma de dondoca… este País é liindo, com imensas pessoas liindas, bem vestidas, muito divertidas e interessantes

Nos último tempos tenho dado comigo a divertir-me com as folhas cor-de-rosa dos jornais. Não trazem nada de interessante, mas possuem o factor terapêutico da boa gargalhada. O mundo botox dá ao resto da colónia a sensação de bem estar, que apesar da vida de caca que o ser comum leva, pelo menos ainda não tem as cuecas expostas no jornal, enquanto que o fio-dental com estampado de leopardo do outro “ficam-lhe a matar”. He he he

Abril 16, 2007

Ordem dos Arquitectos muda regras de admissão

Arquivado em: Oh não, é Segunda, arquitectura — David Rodrigues @ 9:10 am

Já se sabia disto nos bastidores da Arquitectura. O sistema andava “empanturrado”, os alunos de arquitectura serviam para encher chouriços nos ateliers durante os ano de estágio e porque a ordem assim o permitia alguns até pagavam aos ateliers para conseguir o estágio.

Felizmente surgiu este processo da Universidade Fernando Pessoa contra a ordem dos arquitectos, eles baixaram os braços e começaram a aceitar que não podiam estar lá para regular apenas o fluxo de trabalho escravo para os ateliers dos amigos…

Quanto ao pedido de indemnização é natural que a OA vai ter problemas em ressarcir os prejudicados. E se eventualmente mais Arquitectos se juntarem nesta luta, apresentando contas à Ordem pelo que perderam por bloqueios da mesma, então talvez a Ordem tenha mesmo desaparecer e nem o papel de supervisor deontológico consiga manter.

Esta questão toda leva-me a pensar que esta limpeza do status quo das ordens profissionais tinha que começar por algum lado, mas que não é exclusiva da Ordem dos Arquitectos. Outras ordens sofrem dos mesmos males, julgando-se entidades de reconhecimento e acreditação dos cursos (Coisa que cabe ao ministério do ensino superior e não às ordens). Talvez com a instauração de uns processos a algumas destas ordens finalmente se comece a acabar com a cartelização das actividades profissionais em Portugal.

E assim começa mais uma carreira, campista

Abril 13, 2007

Paraskavedekatriaphobia

Arquivado em: Educação, Febre de Sexta-feira, feitios, portugal — evasofia @ 8:00 am

Paraskavedekatriaphobia parece o nome de uma pequena aldeia em Gales (e neste momento esperamos ver um amigo de Obelix a carregar um menir, um amigo de Asterix a caçar javalis e um amigo do bardo preso num tronco de árvore, ou melhor ainda, todos juntos a mostrar o seu calor hospitaleiro aos romanos), mas a verdade é que se trata do termo utilizado para descrever o medo pelas sextas-feira 13.

Eu não posso falar pelos outros, mas nunca senti a nuvem negra a pairar sobre a minha cabeça nesse dia. Devo fazer parte do grupo de pessoas que o considera mais um dia no calendário, o dia que, no seu percurso normal, se segue à quinta-feira 12 e antecede o sábado 14. Da mesma forma que o hoje se segue ao ontem e antecede o amanhã. Da mesma forma que Abril se segue ao Março e antecede o Maio….

Agora se eu fosse supersticiosa, não iria considerar a sexta-feira 13 um mau dia. Eu, com o meu belo feitio, trataria de considerar este dia o dia de sorte, das mil e umas possibilidades, em especial por ser o início do fim-de-semana, e não saber o que esses 2 dias malucos me reservam.

Vamos la ver, hoje, daqui a 2 horas tenho um encontro no centro de emprego, já não é para me convencerem a me alistar no exercito porque isso foi no último, para me apresentarem propostas de emprego, também não, deve ser mesmo para ficar registado que eles tentaram fazer alguma coisa pelos licenciados desempregados deste país. Mas isto não se trata de um azar, é um momento de convívio onde poderei, juntamente com outros colegas, verificar que ter estudos neste País serve para aumentar o taxa de desemprego.

Depois disto, voltarei para a frente do computador e concorrer a qualquer oferta de escola que surja, já não me encontro em situação de ser esquisita, e ao verificar que colegas que estavam na 2ª prioridade me estão a passar à frente, o que vier à rede é peixe, nem que tenha de ir durante 1 mês para uma escola a 700Km de casa (sim, eu estou no Minho e concorro a vagas no Algarve, é o que acontece quando não se tem uma graduação para vincular e por outro lado já se trabalhou demasiados anos para desistir da carreira). Pode ser que seja uma das vagas de hoje que finalmente me empregue (sempre pensamento positivo).

Mas o melhor, é que depois do jantar, é a noite de sexta-feira, e para mim, a noite de sexta-feira é a melhor noite da semana. Eu como “gaja boa”, solteira e má rapariga, tenho de aproveitar para me divertir e fazer o que me “der na real gana”.

Sexta-feira 13… parece-me que vem aí um belo de um fim-de-semana.

Abril 9, 2007

Já voltaste de férias?

Arquivado em: Oh não, é Segunda, banco, bcp, feriado, millennium, tolerância de ponto — David Rodrigues @ 9:04 am

Há alguma coisa mais irritante que a vontade dos portugueses em não trabalhar, gozar pontes que não existem e baldar-se ao trabalho?

Como você não está a ler isto porque provavelmente ainda está a gozar as mini-férias de quase 15 dias das Páscoa, posso dizer o que me apetecer.

Se em Portugal já todos sabemos que quem trabalha para o estado não se chateia minimamente em ser profissional, e procura andar sempre a laurear a pevide, já no privado não se percebe esta mesma atitude.

Aconteceu na quinta feira passada… Levantei-me e fui ao banco. Cheguei, entrei e lá dentro estavam os funcionários. Quando tentei entrar na porta interna (aquela que separa as caixas multibanco do “banco” propriamente dito) a porta estava fechada. Lá de dentro dizem-me “estamos fechados”.

Como? Como é que raio estão fechados? Hoje é quinta feira, pensei!..

Por esta altura pensei que realmente o problema era do português… que aproveita tudo para não trabalhar. Sai do banco e olhei para trás com a ilusão de que aquilo era a Caixa Geral de Depósitos…

Mas não, enganei-me, quando vi o logo vermelho do Millennium BCP, percebi que devia estar doente, ou então estava a viver noutro fuso horário qualquer. Com que então um banco privado como o BCP está fechado? Fechado a um dia de trabalho? Realmente devem ganhar muito dinheiro com as nossas contas.

Ao voltar para casa ainda pensei que se calhar seria um problema daquela dependência, que estaria a fazer uma desratização ou assim (sim, as ratazanas em Lisboa são gigantescas) e ao passar por outra dependência um pouco mais abaixo na rua, voltei a tentar entrar… A mesma coisa, funcionários da limpeza lá dentro e a dizerem-me “estamos fechados”.

Que isto acontecesse numa empresa do estado, o Português já está habituado, mas agora num dia de semana, em que não se trata sequer de uma ponte, numa empresa privada…

Como também ninguém lê isto porque ainda estamos todos a gozar a tolerância de qualquer coisa, foda-se…

assim se trabalha (ou não) em Portugal, campista.

Abril 6, 2007

Strong is Vader

Arquivado em: Febre de Sexta-feira, Guerra das Estrelas, Star Wars, música — evasofia @ 8:00 am

“Strong is Vader. Mind what you have learned. Save you it can.”

O anãozinho verde tem razão no que diz. Ter em conta os conhecimentos que se possui pode salvar-nos de situações complicadas, e nem precisam de ser situações de conflito com um gajo de capacete preto com manias de que domina o Universo.

Mas vamos lá ao que interessa.

Nestas últimas semanas não tenho sido alvo de pozinhos mágicos que me inspirem nestes posts. Como resultado, fico horas a olhar para o monitor a teclar e a apagar o que teclei. Pensei em falar na “Quaresma” e na Páscoa, mas nesta altura do “campeonato” não se fala noutra coisa e vamos ser sinceros, eu não tenho paciência para falar de bola, nem de coelhos, chocolates e ovos.

Mas pensando bem no que aqui estou a fazer… que é muito simples, estou simplesmente a dar música ao leitor, aqui vai disto. música. Peter Cotton Tail

Abril 2, 2007

Mundos Sociais

Arquivado em: Oh não, é Segunda, internet, sms, social, sociedade, twitter, web 2.0 — David Rodrigues @ 9:09 am

Todos temos amigos que não vemos regularmente… porque estão distantes, porque nos fomos afastando, porque … simplesmente porque as coisas da vida levaram a que assim fosse. E para compensar esse afastamento foram sendo desenvolvidas novas tecnologias que nos dão a sensação de proximidade. Inventou-se há mais de 100 anos o telefone, mas só com o aparecimento dos telemóveis é que verdadeiramente esta tecnologia explodiu (até então, era impraticável andar com um telégrafo portátil). As pessoas começaram a dar ao dedo e surgiu o síndroma dos polegares gigantes. Ou se preferirem, os mata-pulgas. Depois de mandarmos mais de 100 000 mensagens sms começamos a verificar que a coscuvilhice e não nos fazia evoluir. Afinal andávamos todos a falar do mesmo, com uma linguagem cada vez mais incompreensível e com uma gramática muito pouco coerente (no mínimo). Até que achamos que o melhor seria parar de enviar sempre a mesma mensagem para todos os nossos amigos. E se houvesse uma forma de cada um actualizar o que anda a fazer e todos os nossos amigos automaticamente recebessem uma mensagem? Poupava-se nos polegares e não se ficava tão embrutecido do espírito.

Ora foi isso que se propôs fazer o twitter.com. É o último grande “boom” da Internet. Aquilo que todos falam e todos fazem. É como a orgia colectiva, o partilhar do estado de ignorância comum, onde todos sabem de tudo e de todos. Mesmo que os amigos sejam apenas uma referência causal, ou um link numa página de Internet. A partir de agora não estamos mais desligados, isolados e condenados ao esquecimento num canto, agora basta enviar um sms ou uma mensagem pelo serviço de Instant Messaging (GTalk, ICQ, etc… ) e contactamos cada um dos nossos amigos, pode ser até forma de saber onde eles andam…

Mas isto não chega, pois não? Para alguns, que não estão tão interessados em saber que o amigo “a” consegui passar à cadeia “X”… o twitter abriu as portas para fazer algumas experiências interessantes. Nomeadamente o twitter.com permite levar as notícias ao leitor. Directamente no telemóvel ou no IM. E ainda por cima tem a vantagem de não se levar com aquela irritante publicidade que os jornais adoram colocar nas suas página web. E as notícias vem em formato SMS (140 caracteres, nada mais). Um título e um link para o original. Recebendo a mensagem no telemóvel, apenas lê-mos o resto se nos interessar. Leva-se as notícias às pessoas sem ser intrusivo. Sem achar que as pessoas querem comer com publicidade… e permitindo às pessoas a liberdade de se não gostarem de nós dizerem apenas “LEAVE XXXX” e não mais serem incomodadas pela nossa verborreia.

E assim começa mais uma bolha, campista.

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