Quando somos catraios, ouvimos os famosos contos dos irmãos Grimm e do Andersen, contos onde as personagens ou são boas ou são más.
Crescemos a acreditar que temos de ser bons e que temos de retirar da nossa personalidade qualquer característica negativa ou que socialmente não seja considerada honrosa. (Maldita cultura ocidental).
Pois eu sou apologista da cultura oriental, onde não há quem seja unicamente bom ou unicamente mau. Todas as coisas podem ser ao mesmo tempo boas ou más, com efeitos relativamente benéficos ou deletérios, os quais dependem unicamente do seu dualismo relativo. Yin-Yang representam a singularidade e a complexidade das coisas interdependentes e interactuantes. Yin é o princípio passivo, feminino, noturno, escuro, frio; e Yang, o princípio activo, masculino, diurno, luminoso, quente.

Para a filosofia Taoista, Yin caracteriza toda a inactividade e Yang todos os princípios activos da existência. A teoria de Yin-Yang representa a lei universal governando os mundos material e imaterial. Tudo o que estiver relacionado com Yin-Yang implica indivisibilidade, interdependência e interrelacionamento. Yin e Yang são simultaneamente antagónicos e sinérgicos, não podendo contudo existir isoladamente. Os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.
E agora deixo-vos com este pequeno conhecimento, e pode ser que durante o fim-de-semana, cada um faça uma pequena reflexão e “get in touch with my inner dog”.
bem.. eu já me estou a rascar
Comentário por charli — Fevereiro 9, 2007 @ 7:00 pm |